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 Arquivo de Notícias

Criatividade, alegria e emoção marcaram o desfile cívico escolar na Zona Sul, neste domingo, 13 de setembro, data em que se comemora o aniversário de 72 anos da criação do antigo Território Federal. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de oito mil pessoas estavam no Sambódromo.


Durante todas as apresentações, os alunos das redes municipal e estadual deram um show de desenvoltura na Avenida Ivaldo Veras. Com o tema: "O Jeito Amapaense de Ser, as Identidades que Encantam", os 2.730 estudantes relataram a realidade cultural, social e econômica dos 16 municípios do Estado do Amapá.


Mesmo com o forte sol, o público lotou as arquibancadas e o ponto de concentração dos participantes, em frente à Cidade do Samba. A abertura oficial do evento foi feita pelas 42 escolas municipais de Macapá.


Logo em seguida, foi a vez das 82 escolas estaduais, que tiveram o apoio de 1.290 funcionários das escolas e de 258 servidores da Secretaria de Estado da Educação (Seed). Divididos em 17 pelotões, os alunos trouxeram as bandeiras do Brasil e dos 16 municípios do Amapá.


Os alunos e professores estavam uniformizados e fantasiados, de acordo com as temáticas abordadas de cada município, como: as festas religiosas de cada cidade, danças, gastronomia, esporte, entre outros.


O quarto pelotão, por exemplo, composto pelas Escolas Estaduais Barão do Rio Branco, Antônio Cordeiro Pontes, Gabriel de Almeida Café e Colégio Amapaense, relataram o município de Mazagão – "Festa de São Tiago, das terras de São Tiago, batalha e devoção tucuju".


A secretária de educação, Conceição Medeiros, considerou a programação um sucesso e que superou todas as expectativas. "Os professores e alunos tiveram pouco tempo para trabalhar nos temas e ensaiar para essas apresentações, mas eles conseguiram mostrar à população a diversidade da nossa cultura e mostrar um pouco da nossa história, resgatando também o civismo", disse a gestora.


As 12 bandas marciais mostraram sincronismo, musicalidade e harmonia durante suas criativas apresentações. A banda da Escola Estadual Esther Virgolino, por exemplo, levantou o público com apresentações de canções internacionais. As bandas militares do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, do Exército Brasileiro e da Guarda Civil de Macapá também participaram dos desfiles.


O aluno Doulgas Carvalho, da Escola Estadual Alexandre Vaz Tavares, disse que pretende desfilar nos próximos anos. "Essa é a primeira vez que desfilo, gostei muito da integração com meus colegas. Ano que vem vou me interessar na programação novamente", enfatizou o estudante que levou os familiares para assistirem ao desfile.


Já no período da noite, o último pelotão que fechou a programação apresentou os Centros de Educação Profissional do Estado e os servidores da Secretaria de Estado da Educação (Seed).







A comunidade da zona norte de Macapá lotou as arquibancadas instaladas no início da Rodovia do Curiaú na tarde deste sábado, 12, para prestigiar o desfile cívico e militar em comemoração ao aniversário de 72 anos de criação do antigo Território Federal.


Dezoito escolas da rede estadual de ensino deram um show de criatividade e alegria ao abordar as peculiaridades dos 16 municípios do Estado do Amapá, através da música, esporte, dança e na representação dos projetos educacionais desenvolvidos nas unidades de ensino e por entidades.


O desfile cívico estudantil foi dividido em 5 pelotões, sendo o 1 º representado pelas bandeiras do Amapá, do Brasil e a de Macapá. Elas foram apresentadas pelas escolas estaduais Maria Neusa do Carmo, Rivanda Guimarães e Brasil Novo, respectivamente.


De acordo com a coordenadora do desfile da zona norte de Macapá, Arlene Favacho, as escolas do Estado estão na preparação para o desfile cívico desde o mês de abril. Com a temática "O jeito amapaense de ser: As identidades que encantam", Arlene destaca que os alunos puderam conhecer um pouco mais da cultura amapaense e suas tradições, além de exercitar o civismo que faz parte da educação.


Um dos grandes destaques do desfile que agitou o público foi a passagem da banda marcial Fanfarra da E.E Profª Ester da Silva Virgolino. Com 60 componentes, a banda coreografada apresentou muitos ritmos, o que arrancou aplausos e acalorou ainda mais o público.


Um dos integrantes da banda Fanfarra, Mauro Garcia, do 3º ano da E.E Profª Ester da Silva Virgolino, com um instrumento de sopro nas mãos, conta que os treinamentos remetem a 4 meses de ensaio e horas de dedicação e amor pela música.


"Nossa banda é considerada uma das melhores do Estado, gostamos do que fazemos. Estamos muito emocionados, fazemos de tudo para dar nosso melhor e ter o apoio do público. Pretendemos repetir o sucesso no próximo desfile, neste domingo 13, no sambódromo", comenta.


A secretária de Estado da Educação, Conceição Medeiros, reiterou os agradecimentos a todos que colaboraram na organização e execução do desfile. "Quero parabenizar a todas as nossas escolas que não mediram esforços para se apresentar de forma maravilhosa e a população que abraçou o desfile cívico, bem como, o apoio integral do governador Waldez Goés", conclui.


 

A professora amapaense Marjorié Bezerra de Souza teve o privilégio de ter um texto de sua autoria publicado no livro nacional "Fazer e Aprender Geografia – Manual do Professor", da editora Dimensão. O livro paradidático da disciplina Geografia, da autora Eliana Sant'Anna, publicado no ano de 2014, está em sua 4ª edição e tem como público alvo alunos do 4º ano.


O texto da educadora intitulado "Um jeito diferente de chegar à escola" relata o trajeto e a forma de transporte que alunos do 1º ao 4º ano fazem para chegar à Escola Estadual Manoel Pereira Herculano, localizada na Vila do Jaburuzinho, no arquipélago do Bailique, no Estado do Amapá.


Em um dos trechos da publicação, a professora Marjorié Bezerra consegue explicar que, devido aos fatores climáticos e geográficos da região, os alunos possuem dia certo para estudar, mas nunca hora certa, devido aos efeitos das marés. Outro aspecto interessante foi relatado no transporte que é feito por meio de montarias (espécie de canoa a remo) e catraio (pequeno barco motorizado).


A professora conta que tudo começou no ano de 2010, quando trabalhava na Escola Manoel Pereira com duas turmas de 1º ao 4º ano. Na ocasião, tomou a iniciativa de enviar alguns contos escritos pelos alunos falando de suas realidades na unidade escolar, para a editora Dimensão, que na época abria um leque de oportunidades neste sentido.


Os textos chamaram a atenção da autora do livro, Eliana Sant'Anna, que entrou em contato com a professora amapaense, solicitando que ela enviasse um texto relatando a rotina dos professores e alunos.


"Lembro que fiquei muito surpresa e feliz na época, porque não acreditava que iriam me dar uma resposta positiva. Só agora, que o livro foi distribuído, tive conhecimento da publicação e fiquei muito satisfeita com o resultado", disse Marjorié.


Ela ainda destacou que "o texto serviu para mostrar a realidade do nosso povo, e agora serve para estimular outros estudantes a superarem os obstáculos do cotidiano para continuarem apostando na educação".


Com a repercussão positiva do texto, no ano de 2011, a editora Dimensão resolveu doar mais de 50 livros paradidáticos para a Escola Manoel Pereira Herculano.


A professora Marjorié Bezerra faz parte do quadro efetivo do Governo do Estado do Amapá dede 2006, ano que começou a lecionar para alunos de 1º ao 4º ano. Atualmente está lotada na Escola Estadual Maria Miriam dos Santos Cordeiro Fernandes, onde exerce a função de assessora pedagógica.

Com a finalidade de desenvolver a capacidade de leitura, melhorar o desempenho escolar e, consequentemente, a vida dos alunos, a Escola Estadual Antônio João iniciou, em abril deste ano, a revitalização da Sala de Leitura Manoel de Barros, que funciona das 7h30 às 18h, sem intervalo.


O ambiente ganhou novas cores, os cuidados dos idealizadores do projeto e a aprovação total dos alunos e seus responsáveis, que desde o dia 31 de agosto - um sábado letivo - estão desfrutando do novo espaço.


De acordo com o diretor Marcelo Oliveira, a escola conta com 800 alunos do 5º ao 8º ano do ensino fundamental e atua, também, na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para ele, a revitalização de um ambiente como a sala de leitura é um privilégio, pois contribuirá para a construção e ampliação da competência leitora dos educandos.


"A sala de leitura é importante para a construção do comportamento leitor dos alunos. Tudo foi feito com muito cuidado e carinho, utilizando materiais reciclados para um espaço acolhedor e atraente. Com o incentivo à leitura esperamos que os alunos possam, posteriormente, por sua conta, dar continuidade ao processo, escolher suas leituras preferidas, refletir sobre o que foi lido", destacou.


A sala de leitura Manoel de Barros conta com cerca de 750 títulos, em 14 gêneros diferentes, entre eles, romances, contos, novelas, literatura de cordel, além de periódicos.


"Nosso objetivo é incentivar a cultura, a reflexão e o desenvolvimento de habilidades ledoras verbais e não verbais. Para isso, iniciamos com todo o empenho o ambientar a fruição da leitura, além de, em breve, executarmos oficinas de construção textual. Nosso sonho é ter alunos leitores e escritores atuantes em suas vidas", disse Raphaela Rabelo, professora de língua portuguesa e coordenadora do projeto da sala de leitura.


Outra pontuação feita por Rafhaela Rabelo foi que, após a ativação das atividades, aumentou significativamente o interesse dos alunos até mesmo na busca de livros para empréstimos.


A aluna Sílvia Vitória, do 7º ano, está animada. Ela conta que emprestou o livro O Tecido dos Contos Maravilhosos – contos de lugares distantes, recontados por Tanya Batt - e pretende, assim que terminar de lê-lo, buscar novas histórias. "Estou adorando o espaço e pretendo cada vez mais buscar novas leituras e assim incentivar também meus amigos", disse.


A Escola Antônio João está com uma programação especial prevista para acontecer no dia 25, com apresentações de dança, música e teatro, que vai culminar com uma ampla socialização da sala de leitura com alunos, pais e a comunidade escolar.


A diretoria da instituição comunica que todos podem colaborar com o espaço de leitura doando livros. A Escola Antônio João está localizada na esquina da Av. FAB com a Rua Hildemar Maia – Centro.

Aconteceu nesta quinta-feira, 10, o primeiro desfile cívico das oito escolas estaduais da APA do Curiaú, em comemoração ao Dia da Independência do Brasil, 7 de Setembro. A programação foi desenvolvida por meio do projeto "Curiaú Mostra tua Cara - Seus Costumes e Tradições", de autoria da Escola José Bonifácio, que tem o objetivo de fazer a integração entre os moradores, resgatando o patriotismo, o civismo e o amor à pátria.


O evento reuniu 160 alunos, além de diretores, professores e familiares das localidades. Durante a concentração, na rodovia AP 70, organizadores e alunos estavam uniformizados e ansiosos pelo começo do desfile.


Ao som das bandas de música do Corpo de Bombeiro Militar e da Escola Estadual Esther Virgolino, as apresentações iniciaram com os três estudantes cavaleiros que conduziam as bandeiras do Brasil, Amapá e da Escola José Bonifácio. Em seguida, os alunos da educação infantil, do 1º ao 4º ano, fizeram uma homenagem aos mestres dos quilombos: historiadores, curandeiros, padroeiros, diretores escolares, entre outros.


O pelotão dos estudantes da Escola Estadual do Abacate da Pedreira apresentou um pouco dos recursos naturais cultivados nas localidades, com as plantações de açaí, alface, cheiro-verde e demais hortaliças.


As festividades religiosas também foram lembradas com as fotos das festas dos santos: São Joaquim, Santa Maria e São Sebastião. Os últimos pelotões apresentaram os pontos turísticos do Curiaú, vestuário e a gastronomia diversificada das localidades.


Para a aluna Anna Beatriz, da turma do 7º ano da Escola José Bonifácio, o momento foi único e emocionante. "Primeira vez que eu desfilo, tivemos um pequeno ensaio durante esta semana, mas tudo saiu como combinado. Pudemos também conhecer alunos de outras comunidades, meus amigos e eu gostamos muito e esperamos que o projeto continue nos próximos anos", disse Beatriz, moradora do Curiaú.


Em pronunciamento, a secretária de Educação, Conceição Medeiros, disse que ficou muito contente com o resultado do projeto. "A comunidade educacional foi toda envolvida, os alunos e professores conseguiram mostrar suas riquezas culturais quilombolas, respeitando a diversidade dos moradores", parabenizou a gestora.


Participaram do desfile as comunidades de Santo Antônio (Escola Estadual Daniel de Carvalho); Abacate da Pedreira (Escola Estadual Pedro Alcântara Chaves Lopes); Lontra da Pedreira (Escola Estadual Nazaré da Pedreira); Ressaca da Pedreira (Escola Estadual Nestor Barbosa); Retiro do Santo Antônio (Escola Estadual Retiro do Santo Antônio); Tamanduá (Escola Estadual Cirilo Pantoja); Cachoeira do Rio Pedreira (Escola Estadual Cachoeira do Rio Pedreira); além da escola José Bonifácio.



 


A Secretaria de Estado da Educação (Seed) informa que estão abertas as inscrições para o Concurso Cultural "Bons textos, boas ideias" da Revista e Blog Cult, destinado a alunos regularmente matriculados no terceiro ano do ensino médio de escolas públicas, orientados por professores que atuem nas suas respectivas unidades escolares.


Os interessados podem enviar, até o dia 9 de outubro, para o endereço culteducacao@revistacult.com.br, um texto dissertativo de sua autoria, sobre como a escola pode ajudar na formação do gosto cultural de um aluno.


O texto deverá ter, no mínimo, 2.000, e, no máximo, 4.000 caracteres, com espaço. Nas três linhas posteriores deverão constar, respectivamente, o nome da escola em que o aluno estuda, o nome e o número da matrícula do professor orientador.


O aluno pode tomar por base o texto "Gosto se discute", disponibilizado pelo link http://revistacult.uol.com.br/home/2012/01/gosto-se-discute/, no qual a professora Maria da Graça Setton analisa a importância da obra do sociólogo francês Pierre Bourdieu para a cultura e a educação.


Professor orientador
Cada texto deverá ser orientado por um professor que atua na escola em que o aluno estuda, com quem ele poderá trocar algumas ideias a respeito de como a redação poderá ser desenvolvida.


Premiação
A melhor redação será publicada na edição de novembro de 2015 da CULT e também no site da revista. A escola em que o aluno estuda ganhará o valor equivalente a R$ 2,5 mil convertidos em livros de literatura publicado pela editora Record.


O resultado será divulgado no site da revista CULT, no dia 15 de outubro, data em que se comemora o Dia do Professor.


Para a gerente do Ensino Médio da Seed, Dina Melo, o concurso oportuniza ao aluno treinar o texto dissertativo, com o qual ele ainda terá um chance de aumentar o acervo da biblioteca da sua escola. "Se selecionados, poderão ter o seu texto publicado em uma revista cultural nacional", enfatizou a gerente

O Núcleo de Atendimento à Saúde do Educando da Secretaria de Estado da Educação (Nase/Seed) promoveu nesta quarta-feira, 9, no auditório do Colégio Amapaense, um encontro de sensibilização de profissionais que atuam na rede estadual de ensino. Os temas eram voltados para a saúde do aluno. A ação é resultante do envolvimento dos municípios e Estado com o Programa Saúde na Escola (PSE).


Professores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares e técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) assistiram a uma palestra e depois participaram de uma roda de debates, com o objetivo de se tornarem multiplicadores da formação no ambiente escolar.


O PSE visa contribuir para o fortalecimento de ações na perspectiva do desenvolvimento integral e proporcionar à comunidade escolar a participação em programas e projetos que articulem saúde e educação, para o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens.


A gerente do Nase, Cleide Dias, explica que o encontro é para atingir as escolas que não participaram do I evento realizado no mês de abril deste ano. Ao todo são 45 escolas - 18 do município de Macapá e 27 do Estado localizadas nas zonas urbana e rural.


"É uma parceria de setores da educação e saúde valorizando a promoção e a prevenção, no sentido de capacitar os profissionais que atuam na educação a observar o seu aluno, verificar como o estudante está se portando frente ao processo de ensino e aprendizagem faz parte da sensibilização para atendê-lo com qualidade e, posteriormente, encaminhá-lo para atendimento médico especializado, de acordo com a necessidade apresentada," reiterou Dias.


Outro destaque, durante o encontro, foi a orientação para as escolas inserirem no Projeto Político Pedagógico a questão da saúde do educando. Assuntos que passam pela saúde visual, auditiva, bucal e linguagem também foram pontuados, outros direcionamentos tratam de doenças, gravidez precoce, violência, estudos de casos e demais problematizações.


A diretora da Escola Estadual Professor Nilton Balieiro, Rita Gonçalves, reafirma que o PSE é muito importante para os alunos que precisam de atendimentos. Ela aponta ainda que, em muitos casos, os alunos têm dificuldade de locomoção e a escola dispor desse recurso é essencial para os estudantes.


Rita Gonçalves comunica, também, que no dia 1º de outubro, será realizado, na escola, um dia de sensibilização do PSE e, no dia 6, ocorrerá uma ação de saúde que ofertará aos discentes testes rápidos de HIV, DST e hepatites virais. A mobilização vai acontecer a partir das 14h até às 20h.


 

Um convênio do valor de R$150 mil entre Governo do Amapá e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais em Macapá (Apae Macapá) vai beneficiar o atendimento de habilitação e reabilitação de 625 crianças e adolescentes com deficiências intelectuais e múltiplas, na área de transição de média complexidade da associação.


O Convênio nº 03/2015 da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) foi assinado na tarde desta terça-feira, 8, no Palácio do Setentrião, com a presença do governador Waldez Góes, de secretários de Estado e de funcionários, pais e alunos da Apae Macapá.


Há seis meses a instituição está com todos os trabalhos parados por falta de recursos que garantam a compra de materiais permanentes e até de merenda escolar. Segundo a administração da Apae Macapá, a instituição estava se mantendo, de forma precária, através de pequenas doações e eventos de arrecadação de fundos realizados pelos próprios professores, já que nos últimos quatro anos não foi firmado nenhum convênio com a gestão Estadual.


"Em 2015 a Apae só funcionou por dois meses. Mas esse tempo de ficar com o pires na mão acabou e já estamos nos preparando para o retorno as aulas na próxima quinta-feira, 10", comemorou Abel Mendes, presidente da Apae.



Maria de Fátima Lopes e a filha, Fatiane Lopes, aluna da Apae, também comemoraram o retorno das aulas. Segundo a mãe, esse período sem estudar foi complicado e deixou Fatiane muito triste. "Minha filha sente falta da rotina diária. Lá [na Apae] ela tem aulas de natação e de dança além de um auxilio pedagógico. Isso preenche de forma positiva o tempo dela", declarou.


O governador Waldez Góes ressaltou que a Apae tem um papel de extrema importância na sociedade. "Esse convênio não é um ato administrativo. Ajudar a reativar a Apae é um ato de amor", afirmou o governador.


Desde o início do ano o GEA está comprometido nesse trabalho de reativação da Apae. Em março, através de um convênio com a Secretaria de Estado da Educação, 97 professores foram cedidos para instituição. "Queremos garantir que a Apae tenha um corpo docente completo, para que o trabalho seja desenvolvido com excelência, afinal, são mais de 600 alunos", afirmou a secretária Conceição Medeiros.


Apae
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais é uma sociedade civil de caráter assistencial, sem fins lucrativos de duração ilimitada. Em Macapá foi fundada em 1966.



A Apae conta com serviços de profissionais de odontologia, psicologia, médicos e assistentes sociais, além de oferecer atividades como dança, música, teatro, oficinas de artesanato, horta, natação e outros esportes para pessoas de 0 a 65 anos.


 


 

Para alinhar os detalhes finais dos desfiles cívicos escolares em alusão a 13 de Setembro, data em que se celebra a criação do extinto Território Federal do Amapá, a comissão organizadora da Secretaria de Estado da Educação (Seed) reuniu nesta terça-feira, 8, com coordenadores, gerentes e diretores escolares. Durante o encontro, foram apresentados a estrutura dos desfiles, os temas abordados, coordenadores, e pontos de encontro das escolas de acordo com cada grupo.



A programação acontece no sábado, 12, às 16h30, na Rodovia do Curiaú, e no domingo, 13, às 17h30, na Avenida Ivaldo Veras – sambódromo. Com a temática "O Jeito Amapaense de Ser, as Identidades que Encantam", os desfiles irão retratar os 16 municípios do Estado, dando evidência aos seus personagens ilustres e suas identidades, por meio das riquezas culturais, econômicas, políticas e sociais de cada localidade.

No total, 100 escolas estaduais irão participar dos desfiles, sendo 82 no desfile do sambódromo e 18 na Rodovia do Curiaú. Os locais dos desfiles irão receber estruturas de arquibancadas (zona norte), sonorização, além de ornamentação, iluminação.

Os ensaios para os desfiles deste ano iniciaram no mês passado. Os alunos recebem instruções sobre a postura correta, marcha e também afinaram os instrumentos das bandas marchais. De acordo com o cronograma de apresentação, os primeiros pelotões irão trazer as bandeiras do Brasil, Amapá e da capital, Macapá. Seguindo com as bandeiras dos demais municípios do Estado.

No decorrer do desfile, as escolas irão detalhar as riquezas dos municípios, com frases que marcam a história de cada cidade do Estado do Amapá. "Nossa programação deste ano será uma grande aula tanto para os que irão desfilar, quanto para quem vai prestigiar. Os alunos irão resgatar através das faixas, estandartes e indumentárias um pouco da história do Estado do Amapá", enfatizou a secretária de Educação, Conceição Medeiros.



Confira a programação:
Desfile Cívico Macapá - zona norte
Data: 12/09
Local: Rodovia do Curiaú
Hora: 16h30



Desfile Cívico Macapá - zona sul
Data: 13/09
Local: Sambódromo
Hora: 17h30


 

A Escola Estadual José Bonifácio reunirá na próxima quinta-feira, 10, com oito comunidades das proximidades, para desenvolver o projeto "Curiaú Mostra tua Cara – Seus Costumes e Tradições".


O evento acontecerá a partir das 8h, com concentração em frente à sede do Curiaú de Dentro e terá apoio da Polícia Militar. A abertura oficial do projeto contará com a presença de autoridades, lideranças comunitárias, diretores das escolas, bandas de música do Corpo de Bombeiro Militar e da E.E Esther Virgolino.


O principal objetivo é fazer a integração das comunidades pertencentes à APA do quilombo do Curiaú, visando resgatar o patriotismo, o civismo e o amor pela pátria do Brasil. Além de promover um grande encontro para marcar a Semana da Pátria com desfile cívico em um momento apresentação de peculiaridades, costumes e tradições de cada localidade.


Abaixo, as comunidades com as respectivas escolas que participarão do evento:


Comunidade de Santo Antônio (Escola Estadual Daniel de Carvalho); comunidade Abacate da Pedreira (Escola Estadual Pedro Alcântara Chaves Lopes); comunidade do Lontra da Pedreira (Escola Estadual Nazaré da Pedreira); comunidade Ressaca da Pedreira (Escola Estadual Nestor Barbosa); comunidade Retiro do Santo Antônio (Escola Estadual Retiro do Santo Antônio); comunidade do Tamanduá (Escola Estadual Cirilo Pantoja); comunidade Cachoeira do Rio Pedreira (Escola Estadual Cachoeira do Rio Pedreira); além da escola José Bonifácio.

o primeiro dia de competições dos Jogos Escolares da Juventude que está ocorrendo em Fortaleza-CE, diversas modalidades individuais proporcionaram fortes emoções em disputas acirradas na busca por medalhas. Para a delegação do Amapá, veio a primeira medalha no judô. A atleta Cassia Rayol, aluna da Escola Estadual Nilton Balierio, assegurou a prata, perdendo por pontos para a adversária do Rio de Janeiro.


A amapaense fez três lutas e na final, numa decisão contestada pelo técnico Antonio Viana, a judoca Cassia acabou perdendo. Na avaliação da arbitragem, ela teria cometido uma falta, custando pontos que fizeram falta


"Não entendi o critério da arbitragem que baixou a pontuação dela alegando uma falta. Com isso ela acabou perdendo", disse Antonio.


Após a luta, carregando a bandeira do Amapá, a jovem disse que vai treinar mais para as próximas competições. "Infelizmente, não deu. Agora vou treinar mais e não vou deixar escapar o ouro", finalizou.


O estudante Hamom Santos também subiu no podium para recber a medalha de bronze na modalidade luta olímpica. 


A delegação do Amapá participa das disputas com mais de 130 alunos na faixa etária de 12 a 14 anos.

As escolas estaduais e municipais de Santana deram um show de criatividade e inovação no desfile cívico do município, realizado na Avenida Santana na manhã deste sábado, 5 de setembro, data em que se comemora o Dia da Raça.


Os alunos apresentaram o tema "Escola: Diga Sim à Paz", alertando sobre o combate à pedofilia, violência, bullying, discriminação, entre outros . Foram 32 escolas estaduais envolvidas no projeto, contando com a participação de 320 alunos.


"Para os nossos alunos é muito importante participar do desfile, pela diversidade cultural, pela divulgação de nossas ações. Foram apresentado temas relacionados a paz e a promoção de valores como o respeito pelo outro e o diálogo", disse Conceição Medeiros, secretária de Estado da Educação.


A Escola Estadual São Paulo desfilou mostrando o que é bullying, suas causas, incidência na escola, atitudes e formas de prevenção. Outro destaque apresentado em comum no desfile das escolas foi a importância de uma base familiar estruturada.


O aluno do 4º ano da Escola São Paulo, Gabriel de Castro Alves, afirma que aprendeu muito sobre o tema em sala de aula e que foi debatido com seus colegas e professores. "Antes do desfile nos preparamos, pesquisamos a temática e ensaiamos. Foi muito importante", afirmou.


A secretária da Educação do município de Santana, Antonia de Moraes Guedes, ressaltou a relevância dos desfiles cívicos e militares. "É uma oportunidade dos alunos mostrarem através das artes e civismo a co-responsabilidade com o patrimônio público. Para este desfile, nos preparamos desde o mês de abril deste ano, com todos os envolvidos", frisou.


A comunidade que foi prestigiar o evento também aprovou. Foi o caso do taxista Magno Santos, que acompanhado da filha Naya Santos, de três anos, disse que é um momento de aprendizado e lazer ao tempo. " É uma oportunidade de explicar para minha filha o que é cidadania e cultura. Então procuro participar com a família dos desfiles", destacou.


Participaram do evento o secretário de Estado de Segurança Pública, Gastão Calandrini, que no ato representou o governador Waldez Góes; o comandante geral da Policia Militar, coronel José Carlos Correa de Sousa, além de representantes de outras instituições como Corpo de Bombeiro e Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas Idosas de Santana, gestores escolares e professores.

Para marcar 45 anos de sua fundação, professores, alunos e corpo técnico da Escola Estadual Princesa Isabel realizaram uma programação especial nesta sexta-feira, 4. Inaugurada no dia 5 de setembro de 1970, a instituição de ensino está localizada no centro da capital amapaense e atende alunos do 1º ao 5º ano.


A programação contou com a participação dos alunos que fizeram apresentações culturais e brincadeiras. A festa, com direito a bolo, teve também homenagens aos 16 ex-gestores através de um mural de honras.


A atual diretora, Valéria Figueiredo, lembra que durante sua trajetória a escola já atuou no ensino de 1º grau e anexo da Escola Estadual Emílio Médici. Atualmente a instituição conta 312 alunos e 56 funcionários. "É um dia festivo em que reiterarmos nosso compromisso com uma educação de qualidade", disse.


A aluna Géssica Léticia, 10 anos, participou da programação e contou a história da princesa homenageada pela escola. "Estamos comemorando o aniversário da escola e lembrando também do dia 13 de maio de 1888, data que a princesa Isabel assinou a Lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil", disse.


 

Começou nesta quarta-feira, 2, no auditório do Campus II, da Universidade Estadual do Amapá (Ueap), o workshop que pretende discutir "práticas restaurativas na educação". O Evento reúne escolas da rede estadual de ensino que aderiram ao Projeto Paz na Escola e à campanha nacional promovida pelo Ministério Público (MP) "Conte até 10", além da participação da Comissão Interna de Diálogos pela Paz, da Secretaria de Estado da Educação (Seed).


O evento é organizado pelo Centro de Apoio Operacional da Infância, Juventude e Educação do MP, em parceria com a Seed, Polícia Militar (PM), MP Comunitário e outras intuições ligadas à educação, justiça e segurança pública.


O workshop reúne até esta sexta-feira, 4, cerca de 200 participantes. O também contará com espaços para grupos de trabalho com o propósito de construção de um plano de práticas.


O objetivo é disseminar práticas preventivas que auxiliem na proteção de comunidades escolares e permitam o gerenciamento positivo dos conflitos que surgirem na escola, melhorando o convívio, com reflexo positivo na qualidade de ensino.


Para a procuradora de Justiça Judith Teles, o encontro é relevante para socialização de problematizações e busca por soluções que visam disseminar a paz e o bom convívio.


"Nossa Constituição Federal nos dá a oportunidade de decidirmos as nossas questões e o direito de convivermos em uma sociedade pacífica, justa e harmoniosa sempre em busca do bem-estar coletivo e da melhoria da qualidade de vida de toda a comunidade estudantil inserida num contexto amplo e complexo", disse.


Outros temas também entraram em pauta durante a programação, como o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente e a promoção da paz na escola; fundamentos teóricos e filosóficos da justiça restaurativa; e painel sobre justiça preventiva nas escolas.


De acordo com a secretária adjunta de Políticas Educacionais da Seed, Elizabeth do Rosário, os profissionais ligados à educação necessitam, cada vez mais, de conhecimentos de educação emocional para enfrentar a complexidade da prática educativa, tais como resolução pacífica de conflitos, construção do consenso, trabalho em equipe, cooperação, entre outros.


"É a construção e reconstrução de nossas práticas pedagógicas no sentindo de minimizarmos os conflitos existentes e utilizarmos como instrumento de gestão atingindo toda a comunidade escolar", disse.

Acontece no domingo, 6, no Centro Cultural Franco-Amapaense (CCFA), das 8h às 18h, oficinas de formação para atores e não atores. Dentre as oficinas que estão sendo ofertadas gratuitamente à população estão a "oficina de preparação corporal para atores e não atores", que será ministrada pelo ator e bailarino Branco Souza, e a "oficina de interpretação", ministrada pelo diretor e ator Wallace Abreu.


As oficinas fazem parte do projeto social da Cia de Atores Escalafobéticos que desenvolve, desde 2008, um trabalho voltado para a vertente da comédia e do humor dentro do campo teatral, já tendo se apresentado para mais de 80 mil espectadores nos festivais em Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Boa Vista (RR), Belém (PA), além de Manaus (AM) e cidades do interior do Estado do Amazonas.


O bailarino Branco Souza explica que as oficinas funcionam como uma forma de retorno social à população das cidades por onde a companhia passa. Na ocasião, os participantes recebem conteúdo teórico e prático.


Os interessados podem procurar a administração do CCFA ou entrar pelos contatos (92) 99440-6856 ou 98212-6712.


Cia de Atores Escalafobéticos


Criada em 2006, na cidade de Manaus, a companhia chega a Macapá com o espetáculo "Maroca Pipoca – A Estourada do Norte". A apresentação faz parte do projeto de circulação pelas capitais da região Norte, aprovada no Ministério da Cultura/ Fundação Nacional das Artes (Funarte), por meio do Edital Funarte Artes na Rua 2014.


A trupe se apresentará na próxima segunda-feira, 7, na Casa do Artesão, às 17h. A turnê se estenderá até o mês de outubro, quando a companhia deverá ter passado também por Rio Branco (AC), Porto Velho (RO) e Manaus (AM).


Para a turnê, os Escalafobéticos prepararam um espetáculo inédito. Na trama, Maroca Pipoca, interpretada pelo ator e humorista Wallace Abreu, é dona de uma famosa fábrica de pipocas, que terá um fim trágico ao ser morta envenenada. A morte da matriarca fará com que seus herdeiros, Carlita (Eduardo Gomes), Firmino (Omã Freire) e Sandorval (Branco Souza) iniciem uma verdadeira guerra pela herança deixada por Maroca. Isso trará à tona vários segredos ocultos e revelações desta família, com a promessa de boas gargalhadas ao público.


O intérprete de Maroca Pipoca, Wallace Abreu, também diretor do espetáculo, destaca a importância deste momento para a companhia. "Fazer teatro na Amazônia é uma prática difícil, tanto pela falta de incentivos, quanto pela dificuldade de acesso à região. Essa aprovação junto ao Ministério da Cultura/Funarte nos proporciona uma oportunidade única de poder levar nossa arte aos demais estado da região, possibilitando uma troca e ampliando nosso campo de atuação", ressaltou Abreu.